Uma entrada muito rápida.
Nos últimos dias tem havido muito que relatar, mas pouco tempo na net para passar as experiências para a escrita. As novidades prendem-se mais com as festas cá da terra do que com o trabalho. Só voltei a ter saída hoje e levei tanta pancada - o vento estava forte!! - que estou cansada e não me apetece alongar muito.
O São Pedro foi bom e estive a ajudar com as festividades (tenho que ver se arranjo umas fotografias para pôr aqui) e, por essas e por outras, já não foram uma nem duas as pessoas que gozaram comigo que ainda agora cheguei e já conheço toda a gente.
Estou morta. Tenho que ir limpar o sal da roupa e jantar e ir até casa pôr roupa a lavar.
Amanhã há mais.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Fogueira de São João
Estou no "Ritinha", o meu poiso habitual para jantar, pois claro. Depois do meu bifinho de albacora, que estava muito bom (é verdade), ainda tive direito a oferta de uma malga de caldo de peixe, cortesia de um dos skippers da Acquaçores, que pediu para lhe prepararem o caldo com peixe que ele trouxe. Isto aqui é ambiente familiar e está por aqui o mesmo pessoal praticamente todos os dias. Já começo a conhecer as pessoas cá da terra e desde ontem ainda mais. Houve a celebração do São João na rua onde estou instalada, tudo organizado pelos vizinhos. Se quiserem ver um bocadinho de como estava o ambiente da festa, até podem aqui. Foi giro o arraial. Houve de comer e beber à farta. Comi caranguejo (bem bom, nunca tinha comido), moreia frita, favas guisadas e, claro está, uma sardinhita no pão (de milho, o típico cá da terra). Para regar tudo, sangria a jorros, literalmente, porque era abrir a torneira e lá jorrava a sangria para copo ou jarro.
Hoje é dia de S. João, já se sabe, e um dos vizinhos fez como habitualmente uma fogueira para os miúdos saltarem. Está a criançada aqui da rua toda divertidíssima a ver quem tem a melhor técnica para saltar a fogueira.
Hoje é dia de S. João, já se sabe, e um dos vizinhos fez como habitualmente uma fogueira para os miúdos saltarem. Está a criançada aqui da rua toda divertidíssima a ver quem tem a melhor técnica para saltar a fogueira.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Mais um dia sem muito que fazer. Há pouco movimento de turistas e está-se ainda a dar conta de mil um pormenores de que falta tratar para funcionarmos a 100%
Ainda assim, o final de tarde foi interessante.
Amanhã é véspera de S. João e faz-se uma festa aqui na rua com direito a arquinhos e decorações e tudo. Saí mais cedo para ver se era precisa ajuda, porque a minha senhoria (a dona Antonieta) tinha falado nisso. Para hoje já não foi preciso, mas amanhã hei-de andar a pendurar bandeirolas por todo o lado. Com isto, conheci algumas pessoas da viznhança e acabei por ir até ao Espaço Talassa ver uma apresentação sobre grampos ou moleiros (Grampus griseus) com a Paula, que trabalha na antiga Fábrica da Baleia (onde esquartejavam e processavam os cachalotes). Hoje em dia funciona nas instalações da fábrica o Centro de Mar e Ciência.
Depois da apresentação a Paula convidou a mim e à Fatima (guia turística alemã, que está no Pico por algumas semanas) para jantarmos em casa dela. O menú consistiu em chouriço assado(?) com alho com batatas fritas e pão de milho (é bem bom o pão de milho cá da terra!), tudo regado com cerveja e um vinhito branco bem bom. O pai da Paula decidiu que eu estava com sede e estava sempre a encher-me o copo à sucapa. E não fui autorizada a ir-me embora sem acabar de beber o vinho todo antes!
Ainda assim, o final de tarde foi interessante.
Amanhã é véspera de S. João e faz-se uma festa aqui na rua com direito a arquinhos e decorações e tudo. Saí mais cedo para ver se era precisa ajuda, porque a minha senhoria (a dona Antonieta) tinha falado nisso. Para hoje já não foi preciso, mas amanhã hei-de andar a pendurar bandeirolas por todo o lado. Com isto, conheci algumas pessoas da viznhança e acabei por ir até ao Espaço Talassa ver uma apresentação sobre grampos ou moleiros (Grampus griseus) com a Paula, que trabalha na antiga Fábrica da Baleia (onde esquartejavam e processavam os cachalotes). Hoje em dia funciona nas instalações da fábrica o Centro de Mar e Ciência.
Depois da apresentação a Paula convidou a mim e à Fatima (guia turística alemã, que está no Pico por algumas semanas) para jantarmos em casa dela. O menú consistiu em chouriço assado(?) com alho com batatas fritas e pão de milho (é bem bom o pão de milho cá da terra!), tudo regado com cerveja e um vinhito branco bem bom. O pai da Paula decidiu que eu estava com sede e estava sempre a encher-me o copo à sucapa. E não fui autorizada a ir-me embora sem acabar de beber o vinho todo antes!
domingo, 20 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Golfinhos às resmas
Pois é, já foi a primeira saída por nossa conta aqui no Pico (minha e do Ruben, o skipper). Correu benzinha. Ainda há arestas a limar, mas sem problemas de maior. Além de me ter esquecido de recolher a defensas - estava a fazer o briefing pá! - não houve nada de especial a asinalar no cumprimento das minhas funções de marinheira. Pronto, quer dizer, tenho que treinar os meus nós, assim só uma bocadinho. Pocochinho. Pois...
Tivemos um bom encontro com cachalotes, 2 fêmeas adultas (presumo) e uma cria, primeiro, e golfinhos-comuns com fartura, depois. Dos golfinhos consegui um filme giro, que vou tentar pôr aqui ainda hoje.
Amanhã há mais.
Tivemos um bom encontro com cachalotes, 2 fêmeas adultas (presumo) e uma cria, primeiro, e golfinhos-comuns com fartura, depois. Dos golfinhos consegui um filme giro, que vou tentar pôr aqui ainda hoje.
Amanhã há mais.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Das Lajes do Pico
A vila é bem bonitinha e há botes baleeiros aqui também. Ando com ganas de ir num destes botes deste que os vi de velas desfraldadas na Horta.
Estou agora sentada no restaurante Ritinha, onde devo fazer a maior parte das minhas refeições enquanto aqui estiver. Tem uma espécie de alpendre com tecto de vigas de madeira e mesas compridas com bancos, onde grupos grandes podem vir reunir-se em prazenteiro repasto. Tem vista para a muralha de protecção do mar, o que é pena, mas pronto, atravessa-se a estrada e dá para ter vista melhor. Agora, enquanto o dia cai, já vi várias pessoas a passarem, uns mais em passeio, outros em passo de exercício. Com vista para o mar, não está mal. Tenho que me juntar a este circuito de manutenção enquanto cá estiver.
O meu alojamento foi a parte mais desencorajadora. Chegámos às Lajes já depois das nove da noite e acho que deixei as malas em casa da minha senhoria devia ser perto das dez. A primeira impressão, ao entrar na sala não foi muito auspiciosa, mas não quis tirar conclusões precipitadas. Quando vi a colcha que cobria a cama no quarto que me era destinado a rebrilhar pela porta aberta do quarto, só pensei, não pode ser! Imaginem uma cama de casal de espaldar alto coberta com uma colcha tipo edredão de tecido acetinado verde mar clarinho. Até reflectia a luz. Fiquei um bocado ofuscada, confesso. Tão ofuscada que só quando voltei cerca de uma hora mais tarde, depois de jantar, é que reparei que o meu quarto não tinha janelas. Quarto interior, a cheirar a mofo, fantástico. Junte-se a isso três roupeiros completamente atafulhados de roupa e a parte de baixo da cama atafulhada até ao limite com caixas cheias de tralha. Cheira-me que as minhas alergias vão ser o álibi perfeito e justificado para me pôr a milhas dali. Ah e mantêem-se os laivos religiosos. Tenho uma bíblia cheia de marcações aberta para uma leitura rápida numa mesinha do meu quarto. Ontem à noite, exausta de um dia looongo, não estava muito feliz.
A minha senhoria é uma senhora muito simpática e prestável, é certo, mas acho que não sou muito anti-social se disser que não achei piada nenhuma a acordar de manhã, abrir a porta do quarto para ir à casa de banho e ter a senhora sentada no sofá silenciosamente a fazer renda a chamar por mim "Rutinha! Quer um pãozinho para o pequeno-almoço? Vou lá acima a casa do meu filho pôr já a fazer!"
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Agora depois de jantar e de ter descoberto o "cinema" e ter posto uma série de coisas em dia já estou mais animada. Amanhã vou explorar o Lajes Shopping!
Estou agora sentada no restaurante Ritinha, onde devo fazer a maior parte das minhas refeições enquanto aqui estiver. Tem uma espécie de alpendre com tecto de vigas de madeira e mesas compridas com bancos, onde grupos grandes podem vir reunir-se em prazenteiro repasto. Tem vista para a muralha de protecção do mar, o que é pena, mas pronto, atravessa-se a estrada e dá para ter vista melhor. Agora, enquanto o dia cai, já vi várias pessoas a passarem, uns mais em passeio, outros em passo de exercício. Com vista para o mar, não está mal. Tenho que me juntar a este circuito de manutenção enquanto cá estiver.
O meu alojamento foi a parte mais desencorajadora. Chegámos às Lajes já depois das nove da noite e acho que deixei as malas em casa da minha senhoria devia ser perto das dez. A primeira impressão, ao entrar na sala não foi muito auspiciosa, mas não quis tirar conclusões precipitadas. Quando vi a colcha que cobria a cama no quarto que me era destinado a rebrilhar pela porta aberta do quarto, só pensei, não pode ser! Imaginem uma cama de casal de espaldar alto coberta com uma colcha tipo edredão de tecido acetinado verde mar clarinho. Até reflectia a luz. Fiquei um bocado ofuscada, confesso. Tão ofuscada que só quando voltei cerca de uma hora mais tarde, depois de jantar, é que reparei que o meu quarto não tinha janelas. Quarto interior, a cheirar a mofo, fantástico. Junte-se a isso três roupeiros completamente atafulhados de roupa e a parte de baixo da cama atafulhada até ao limite com caixas cheias de tralha. Cheira-me que as minhas alergias vão ser o álibi perfeito e justificado para me pôr a milhas dali. Ah e mantêem-se os laivos religiosos. Tenho uma bíblia cheia de marcações aberta para uma leitura rápida numa mesinha do meu quarto. Ontem à noite, exausta de um dia looongo, não estava muito feliz.
A minha senhoria é uma senhora muito simpática e prestável, é certo, mas acho que não sou muito anti-social se disser que não achei piada nenhuma a acordar de manhã, abrir a porta do quarto para ir à casa de banho e ter a senhora sentada no sofá silenciosamente a fazer renda a chamar por mim "Rutinha! Quer um pãozinho para o pequeno-almoço? Vou lá acima a casa do meu filho pôr já a fazer!"
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Agora depois de jantar e de ter descoberto o "cinema" e ter posto uma série de coisas em dia já estou mais animada. Amanhã vou explorar o Lajes Shopping!
Impressões da Horta
No primeiro dia nas Lajes do Pico, posso dizer que já sinto saudades da Horta. Caiu-me no goto, acho que é uma boa expressão para aquilo que senti por aquela cidade em miniatura, porto de abrigo para muitos.
Gostei do verde profundo e brilhante que envolve a cidade, especialmente nos dias de chuva e humidade tão exasperantes que só um raio de sol poderia melhorar. Ou então o verde brilhante de toda a vegetação.
Gostei da cor da terra. Escura, negra às vezes. É uma sensação que não consigo explicar - o prazer que me dá olhar para aquela terra de uma cor tão escura.
Gostei do mar, pois claro. A próximidade constante do mar, o ambiente de marina e de viagem iminente que paira no ar.
Para os açoreanos... Não, é melhor precisar. Para os Picoenses, os Failenses são uns snobes e nada do que vem do Faial é bom. Para retribuir os Failenses pensam que o Pico não tem nada (é um deserto, como diria o Mário Lino). Já eu não concordo. São afáveis, são sim, os Hortenses. Ou se calhar a afabilidade era toda dos Picoenses que vivem no Faial - parece que são muitos. Para quem tem bairrismop tão exacerbado, não deixa de ser irónico. Enfim, independentemente das suas origens, senti-me benvinda na Horta.
Gostei do verde profundo e brilhante que envolve a cidade, especialmente nos dias de chuva e humidade tão exasperantes que só um raio de sol poderia melhorar. Ou então o verde brilhante de toda a vegetação.
Gostei da cor da terra. Escura, negra às vezes. É uma sensação que não consigo explicar - o prazer que me dá olhar para aquela terra de uma cor tão escura.
Gostei do mar, pois claro. A próximidade constante do mar, o ambiente de marina e de viagem iminente que paira no ar.
Para os açoreanos... Não, é melhor precisar. Para os Picoenses, os Failenses são uns snobes e nada do que vem do Faial é bom. Para retribuir os Failenses pensam que o Pico não tem nada (é um deserto, como diria o Mário Lino). Já eu não concordo. São afáveis, são sim, os Hortenses. Ou se calhar a afabilidade era toda dos Picoenses que vivem no Faial - parece que são muitos. Para quem tem bairrismop tão exacerbado, não deixa de ser irónico. Enfim, independentemente das suas origens, senti-me benvinda na Horta.
Bem, tive poucas oportunidades de aceder ao blog, por isso vem aí uma catadupa de publicações.
Pontos que mais se destacaram: vi BALEIAS-COMUNS!!!! hehehe Já estava mais do que convencida de que não ia conseguir ver nenhumas durante a minha estadia aqui nos Açores, porque a Primavera está quase no fim e vou embora antes de começar o Outono. Mas as lindinhas das baleias-comuns são mais retardatárias por isso consegui ver não uma, mas duas! São animais de uma escala completamente diferente. Cada respiração que faziam à superfície era emocionante.
De volta a terra, no fim-de-semana passado foi a Feira do Mundo Rural. Não consegui boleia a tempo de ir jantar uma bifana de albacora (diz que é muito bom), mas fui a tempo sim de ver os Bandarra no Faial pela segunda vez nas menos de duas semanas em que ali estive. Lançaram o primeiro cd agora, mas não sei se já terá chegado ao continente. Gostei deste concerto ainda mais do que o primeiro, que tinha sido na União Filarmónica, na Horta. Desta vez o som estava melhor, houve mais pulos e dança e até um momento de bailarico improvisado ali mesmo que foi muito fixe. Para além dos Bandarra, houve o músico pimba da praxe, havia muitos bois, vacas e bezerros, bem como cavalos, éguas e potros.
No dia seguinte foi o aniversário de um dos skippers do José Azevedo e fomos até casa dele jantar. Um jantar de família no jardim de casa dele em Pedro Miguel. Sítio previligiado, diga-se. Vista para o Pico enquanto se punha a noite, churrasquinho acabado de fazer, carninha tenrinha que nem manteiga. Uma aguardentezinha de mel para encerrar as hostilidades. Foi bom, foi.
Pontos que mais se destacaram: vi BALEIAS-COMUNS!!!! hehehe Já estava mais do que convencida de que não ia conseguir ver nenhumas durante a minha estadia aqui nos Açores, porque a Primavera está quase no fim e vou embora antes de começar o Outono. Mas as lindinhas das baleias-comuns são mais retardatárias por isso consegui ver não uma, mas duas! São animais de uma escala completamente diferente. Cada respiração que faziam à superfície era emocionante.
De volta a terra, no fim-de-semana passado foi a Feira do Mundo Rural. Não consegui boleia a tempo de ir jantar uma bifana de albacora (diz que é muito bom), mas fui a tempo sim de ver os Bandarra no Faial pela segunda vez nas menos de duas semanas em que ali estive. Lançaram o primeiro cd agora, mas não sei se já terá chegado ao continente. Gostei deste concerto ainda mais do que o primeiro, que tinha sido na União Filarmónica, na Horta. Desta vez o som estava melhor, houve mais pulos e dança e até um momento de bailarico improvisado ali mesmo que foi muito fixe. Para além dos Bandarra, houve o músico pimba da praxe, havia muitos bois, vacas e bezerros, bem como cavalos, éguas e potros.
No dia seguinte foi o aniversário de um dos skippers do José Azevedo e fomos até casa dele jantar. Um jantar de família no jardim de casa dele em Pedro Miguel. Sítio previligiado, diga-se. Vista para o Pico enquanto se punha a noite, churrasquinho acabado de fazer, carninha tenrinha que nem manteiga. Uma aguardentezinha de mel para encerrar as hostilidades. Foi bom, foi.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Algumas fotografias dos Açores :)
sábado, 5 de junho de 2010
Baleias à vista!!!!!!!!!!!!!!!!
Hehehe!
Agora sim! De manhã, de pois de muitas voltas, lá demos com um grupo grande de golfinhos roazes. À tarde tivemos cachalotes durante uma data de tempo (a certa altura deviam andar nas proximidades uns 5 ou 6 animais) e depois no regresso mais golfinhos roazes. Com a minha pobre maquinita não consegui apanhar grande coisa dos mamíferos, especialmente dos cachalotes. Desses não apanhei mesmo nada, porque a bateria morreu. Tenho, isso sim, fotografias de caravelas portuguesas, que esta manhã eram às centenas (provavelmente milhares, mas a minha vista não abarca tudo)a flutuar mar afora.
Agora sim! De manhã, de pois de muitas voltas, lá demos com um grupo grande de golfinhos roazes. À tarde tivemos cachalotes durante uma data de tempo (a certa altura deviam andar nas proximidades uns 5 ou 6 animais) e depois no regresso mais golfinhos roazes. Com a minha pobre maquinita não consegui apanhar grande coisa dos mamíferos, especialmente dos cachalotes. Desses não apanhei mesmo nada, porque a bateria morreu. Tenho, isso sim, fotografias de caravelas portuguesas, que esta manhã eram às centenas (provavelmente milhares, mas a minha vista não abarca tudo)a flutuar mar afora.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Baleia à vista!... mas pouco.
Pois então, novidades. Ainda estou pela Horta, à espera que o barco em que vou trabalhar fique operacional. Também ainda não conseguimos sair para ir ver baleias, nem sequer golfinhos. A bicharada anda toda fugidia. Para o mar já fui - menos mal - anteontem, porque havia um grupo que queria ir fazer um passeio mesmo que não vissem nada, e ontem, para fazer um serviço de táxi. Lado positivo? Já vi pelo menos um bocadinho de S. Jorge e da vila de Velas. Depois de largarmos os passageiros deu para dar uma voltinha na vila e tirar umas fotografias.
Como ontem era o dia Corpo de Deus era dia de festa cá pela terra. Em S. Jorge vimos a procissão das criancinhas todas que fizeram a primeira-comunhão - très tipique. A propósito ainda deu para uma pequena discussão acerca da minha fé (ou falta dela) com um dos skippers, que pelos vistos foi seminarista. Uma personagem!
Quando os turistas acabaram a sua voltinha por S. Jorge, pegámos neles e levámo-los para o Pico. Depois de algum tempo de espera para conseguir atracar - quando há cargueiros em manobras, não chegar perto! - lá largámos os passageiros e regressámos à Horta. À nossa chegada já tínhamos jantar à espera. O Norberto tinha tido uma saída de pesca e convidou-nos a partilhar dos resultados. Estava bom o peixinho!
Com isto tudo já eram 23h quando me vim embora para casa e quando estava mesmo quase a chegar, comecei a ouvir música, tipo bailarico, mas com uma banda a sério a tocar. Então fui espreitar e lá estava ela, uma banda filarmónica, toda a preceito a tocar para uma vintena de gatos-pingados. Tocavam bem e ainda fiquei ali um bocadinho a ouvi-los. Há um vídeo. Quando tiver hipótese ponho aqui.
Como ontem era o dia Corpo de Deus era dia de festa cá pela terra. Em S. Jorge vimos a procissão das criancinhas todas que fizeram a primeira-comunhão - très tipique. A propósito ainda deu para uma pequena discussão acerca da minha fé (ou falta dela) com um dos skippers, que pelos vistos foi seminarista. Uma personagem!
Quando os turistas acabaram a sua voltinha por S. Jorge, pegámos neles e levámo-los para o Pico. Depois de algum tempo de espera para conseguir atracar - quando há cargueiros em manobras, não chegar perto! - lá largámos os passageiros e regressámos à Horta. À nossa chegada já tínhamos jantar à espera. O Norberto tinha tido uma saída de pesca e convidou-nos a partilhar dos resultados. Estava bom o peixinho!
Com isto tudo já eram 23h quando me vim embora para casa e quando estava mesmo quase a chegar, comecei a ouvir música, tipo bailarico, mas com uma banda a sério a tocar. Então fui espreitar e lá estava ela, uma banda filarmónica, toda a preceito a tocar para uma vintena de gatos-pingados. Tocavam bem e ainda fiquei ali um bocadinho a ouvi-los. Há um vídeo. Quando tiver hipótese ponho aqui.
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